No episódio de hoje do Telhacast, Thiago Miro (@thiagomiro), Marcella Fernanda (Nosso Cast), Reinaldo Siqueira (Afogados no Sofá), Rita Tescke (@ritatescke), Igor Guedes, o historiador (@professorigor) e Kell Bonassoli (@kellbonassoli) fazem um debate em torno das causas, consequências geradas e possíveis soluções para a violência urbana, além de compartilharmos histórias pessoais envolvendo o tema deste episódio.
No Telhacast – Violência Urbana
A violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios à lei e à ordem pública que veem a violência se exprimir em uma ou mais cidades de um ou mais países.
Neste episódio contamos histórias pessoais envolvendo violência urbana, assaltos, furtos, mendigagem etc. Debatemos desarmamento no Brasil, prováveis causas da violência urbana. Também discutimos, debatemos e tentamos identificar pontos que podem solucionar este tipo de problema que apenas cresce no Brasil.
Agradecimentos especiais a Luciano Pires (@lucianopires) pela participação especial com seu texto e suas narrações neste episódio.
Duração: 67 min (Não quer ouvir a leitura de e-mails? Vá para 16min16s)
No Podcast dos outros
- Ivan Motosserra no Nerdologia – Filmes Batman
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![Telhacast #63 – Comércio da Fé [Plus]](http://img.telhacast.com/2013/01/063-comercio-da-fe-plus2-150x150.jpg)



Muito medo dessa vitrine…
First?
Não.
Droga
teve 1 vez que vc repetiu o frist EU LEMBRO que vc até falou “ele denovo” vou processar .
agora estou de braços cruzados fazendo biquinho e batendo o pé no chão ” malvado malvado malvado U.U”
Ouve o cast antes de reclamar, ouça a leitura de e-mails.
Vou Ouvir, o Thiago vem me falando desse cast a muito Tempo.
thiago nos top comentarios eu to com 30?? eu comento direto e ainda to com 30??
Não tenho nada haver com a contagem. O plugin é que puxa os dados.
Finalmente um podcast que não é sobre Batman *-*
Ficou muito fod@ por sinal!
Muito bom o Cast de vcs!
Gostei muito do tema que foi abordado!
Vou passar mais vezes aqui! =)
Abraços!
Mais uma vez parabéns pela escolha do tema. Quando vi a vitrine achei que seria chato, mas foi bem conduzido e ficou interessante.
Sobre o assunto em si, o problema é que hoje parece que viramos a “donzela” indefesa das HQ’s e filmes, esperando que um Super-Homem venha e nos salve. E ele não vai vir. A polícia dificilmente vai chegar a tempo pra impedir um crime. E se o crime for na rua, dificilmente quem tá passando vai te ajudar. E o Super-Homem…bom, ele não vai aparecer, porque ele não existe.
Infelizmente estamos em tempos quase medievais – NINGUÉM vai te defender, e tu não pode contar com isso. Cada um tem que ter condições (ou buscá-las) de se defender por si. Que nem o caso dos familiares do Thiago que espancaram os bandidos.
Hoje o marginal sabe que todos os “analistas em segurança” pedem que “nenhum cidadão reaja em assalto”; ou seja, o bandido sabe que somos ovelhas domesticadas prontas pra sermos abatidas. Ele sabe que os “alvos” dele são EDUCADOS pelo próprio Estado a entregarem tudo que possuem. E também sabem que a polícia dificilmente vai pegá-los depois. E isso tá errado. Se o bandido souber que vai ter a consequencia vinda do próprio cidadão, vai pensar duas vezes antes de tentar roubar doce de criança.
A gente tem que se defender, seja lutando alguma arte marcial ou tendo arma em casa. Como na história da velhinha gaúcha que atirou. Se todo marginal soubesse que todo cidadão tem arma e que se ele invadir pode tomar bala, ele pensaria bem antes de invadir uma residência.
Só quem já foi assaltado sabe a impotência e a raiva que sentimos. E o pior de tudo é que o resto da sociedade não faz nada. Eu quando mais novo estava numa parada de ônibus, a umas 20:00, e dois caras pseudo alcoolizados me abordaram, “pedindo” 10 reais. Pareciam quase mendigos. A parada de ônibus tava cheia. Eu disse que tava sem dinheiro e eles levaram meu boné. Não tinham arma nenhuma, um deles tava com a mão no bolso insinuando ter uma faca e só. Saíram caminhando e tranquilamente.
Quando olhei pro lado tava todo mundo “horrorizado”. “Nossa, assaltaram o menino.” “Cê viu os caras” e blá blá. Devia ter umas 20 pessoas ali ou mais, entre homens e mulheres.
E eu não sabia me defender. Perdi só um boné e já fiquei com uma raiva danada. Mas a raiva não é pelo que se perde – é pela ameaça, pela coação, pela injustiça.
Já tive amigo que passou pela mesma situação. Três caras abordaram ele, roubaram e depois ainda obrigaram ele a pular num canal de esgoto. Depois do ocorrido ele passou a treinar boxe feito um louco.
Hoje vivemos nessa passividade individual e a coletiva. As pessoas não reagem sozinhas e o coletivo também não reage.
A melhor polícia? A sociedade, se toda estivesse minimamente preparada e não fosse tão medrosa. Se a cada assalto todos os transeuntes ao redor fossem pra cima, não teria bandido assaltando à luz do dia de mão limpa. A lei AUTORIZA que QUALQUER cidadão dê ordem de prisão a algum criminoso pêgo em flagrante, como se fôssemos policiais.
As nossas ruas não podem ser um supermercado de assaltantes.
Teve um caso de um assaltante invadindo um salão de beleza. TODA a mulherada foi pra cima dele, espancou e prendeu o cara até a polícia chegar. TODAS elas fizeram isso.
Outra reportagem que eu vi, um jovem foi assaltar um ex policial. O ex policial parece que desarmou o guri, atirou na perna do assaltante e ele caiu. Chegou perto, apontou a arma pra cara do guri. Mas não atirou. Depois disso, com o susto, o guri entrou num programa de reabilitação pra jovens e hoje é um microempresário. Na reportagem ele disse que o ex policial que ATIROU nele e quase matou foi o seu anjo da guarda que o fez “acordar” e se endireitar.
Já outro caso, playboys espancavam um mendigo e um jovem foi se meter, e acabou apanhando. Deve ter colocado uns 50 parafusos na cabeça, além de placas e outras coisas. Quase morreu, ficou bem ferrado.
Mas será que era só ele na rua pra impedir o assassinato do mendigo? E se todas as pessoas ali no momento fizessem o mesmo que o garoto?
Não adianta dependermos de polícia, de Super-Homem. Nós só podemos depender de nós mesmos, infelizmente.
Excelente eps pessoal…. polemico… mas como dito… quem nunca passou por algo do tipo.
Abz e continuem com o excelente trabalho.
Estou de queixo caído com esse cast. Achei o assunto muito atual e polêmico, e a edição do Thiago foi a melhor de todos os episódios! Isso sem contar a honrosa voz e o brilhante texto do grande Luciano Pires, que simplesmente DE-TO-NOU!.O assunto renderia um comentário enorme, vou tentar resumir o que eu penso;
1. Quanto a relação governo-educação, é notório que as políticas adotadas pelo país, mais quantitativa e não qualitativa, nunca deram certo. Países que se despontam no mundo, como a Coréia do Sul e o Chile, são referencias globais quando o assunto é educação de qualidade;
2. A própria imagem da polícia é envolta a corrupção e picaretagem. No ano passado, estive em Santiago no Chile e me assustei o quanto a polícia local – chamada de “Carabineros” – é amada e respeitada pela população. Os chilenos sentem orgulho da sua força policial, algo impensável no Brasil. Acho que até isso deveria mudar;
3. Mais do que educação, um problema reconhecidamente ligado a criminalidade é o tráfico de drogas. Acho que já passou da hora do governo liberar essas porcarias e tratar o assunto como um problema de saúde pública, e não criminal. Apesar de não ser usuário, sou completamente a liberação das drogas.
Ótimo trabalho, rapazes! E contunuem a produzir conteúdo com a mesma qualidade.
P.S. – Como se chama essa música que toca no comecinho e no meio do cast? Lembro-me dela de algum filme, série ou game, mas não consigo me lembrar de onde!
Vlw Randal pelo comentário. A música que você perguntou é o tema do Filme Extermínio. Já tinha assistido ao filme mas fiquei maluco depois de ouvir este podcast aqui sobre o filme: http://www.enquadrandoeandando.com.br/enquadrando-andando-21-exterminio/
Cara, eu vi essa música em outro filme, série ou game, não me lembro onde exatamente! Eu vou lembrar, daí eu posto aqui.
Lembrei! Antes de ir pra Montevidéu em 2009, procurando por vídeos na cidade no YouTube, encontrei esse curta uruguaio filmado naquela cidade. O curta chama-se “Ataque de Pânico”, é mutíssimo bom, produção de “fundo de quintal”, e o autor usou exatamente essa música. Impressionante como ele harmonizou as imagens com essa trilha espetacular!
http://www.youtube.com/watch?v=-dadPWhEhVk
Nossa, eu estava revirando minha memória tentando lembrar! Sabe quando você fica horas tentando se recordar de algo e não consegue? Finalmente!
Estou recolhendo meus miolos. Melhor curta que já vi e digo mais, melhor invasão alienígena já feita.
Versão 1080p http://www.youtube.com/watch?v=aOFW_4PVXYU&hd=1
Muito bom o cast, gostei do tema pois já fui assaltado duas vezes, nada de mais, me levaram o notebook, celular, dinheiro… Mas o pior não é isso, e sim a sensação que vem depois de raiva e frustração. E como disse o Ivan: Se eu tivesse uma arma, descarregava nos cara mesmo. Também queria dizer que a violência é algo que os políticos não visam combater hoje em dia pois elas podem servir de tema para campanhas futuras, para evitar isso era preciso um grande investimento em educação, tanto finaceiro quanto de ideológico, isto é, propostas para aplicação dentro do ambiente escolar. Continuem com os ótimos casts, e fui. Ah é, uma outra proposta que eu creio que acabaria com muitos outros problemas da sociedade seria o fim do sistema que conhecemos como “dinheiro”, se você pensar bem verá que é radical, mas funciona.
Já estou com minha carteirinha do Telha.
Parabéns pelo Cast e blah blah blah
ótima escolha dos convidados e uma novidade a Rita Tescker
mandou muito bem para uma marinheira de 1ª viagem.
Preciso falar de novo que adoro a Kell??? acho que não.
Thiagão, parabéns e sucesso brow.
s2
[...] Comentado na Leitura de Emails : Marcella no Telhacast 43 sobre Violência Urbana [...]
Conforme disse pelo twitter eu estava sem querer comentar por me faltar palavras e ainda faltam.
Vocês arrebentaram, o tema atual e jogou a realidade nua e crua na nossa cara.
Passei por situações em minha família há 3 semanas atrás que me deixaram completamente revoltado e gostaria de compartilhar aqui.
Houve uma explosão de um carro que funciona com GNV na casa de um parente, como haviam outros carros do lado, aconteceram várias exlposões e a casa foi danificada e eles escaparam por pouco pulando um muro que ainda nao havia sido atingido pelas chamas.
Porém quando as autoridades ( polícia e bombeiro ) chegaram para resolver a situação, qual foi a nossa surpresa? Fizeram a barreira tradicional para ninguém entrar porém a casa dos meus tios foi completamente saqueada, levaram eletrodomésticos ( microondas, batedeira ), o quarto que foi um cômodo não afetado pelas chamas, estava revirado, levaram bolsas e roupas da minha tia, o dinheiro e jóias nem precisa falar né.
Resultado: 3 primos meus vendo a situação tentaram entrar na casa e parar com aquele assalto, acabaram sendo presos por “desacato a autoridade”, quando 1 de meus primos foi colocado dentro da viatura, viu o notebook dele no colo do policial e aquilo não era uma “prova ” de um crime que estava sendo levado para perícia.
Ou seja, nossa família já abalada, perderam os carros e a casa teve que ser demolida devido a explosão mas antes foram sumariamente assaltados por aqueles que deveriam nos proteger.
Não sei se cabe esse meu exemplo, mas esse é o caso mais recente de violência que vivi e decidi compartilhar aqui.
Sobre o Luciano Pires não precisa falar nada né.
Abraços em Todos,
Dourado
Cara, que absurdo. Os próprios policiais roubando a casa. Putz, eu me senti revoltado lendo isso. Que vergonha.
Fala pessoal do Telha, tudo bom?
Sem comentários, um podcast com o Luciano Pires já no início, dispensa apresentações.
Gostei muito das discussões e pontos levantados. É um tema sério e vocês levaram ele com muito profissionalismo, não lembro de ter escutado um Cast com este teor, ficou muito bom. Graças a Deus fui assaltado somente duas vezes, e nunca ameaçado com armas de fogo. Inclusive, por morar em SP, acho que sou fora da curva, pois geralmente as pessoas costumam sofrer mais com este tipo de problema.
É isso, continuem com o ótimo trabalho! Abraços!
Eu fico de cara com a naturalidade que vocês da capital falam sobre assalto, Igor! “Fui assaltado apenas duas vezes” é algo que soa muito estranho pra gente aqui no interior. Tenho 35 anos e nunca passei por essa sensação desagradável!
É apenas um comentário, viu? Só pra comparar a vida na capital e no interior que, apesar do gigantesco aumento da violência, ainda continua relativamente tranquila.
Pois é Randal. Sabe, vc tem razão, nunca tinha pensado desta maneira. É meio absurdo uma situação tão fora do comum fazer parte do nosso cotidiano. Meu irmão estava morando em Ribeirão Preto e eu vi como a cidade é bem mais tranquila mesmo. É difícil saber que nos acostumamos, ou melhor, temos que lidar com a impotência com que nossos governantes lidam em relação a tal situação. Tento fazer a minha parte votando de maneira consciente, mas confesso que ultimamente não tenho visto muito resultado nesta questão. Infelizmente…
Gravamos esse programa antes de eu viajar pro Rio. Fiquei até apreensivo depois mas correu tudo bem! Ficou perfeito!
[...] Telhacast #43 – Violência Urbana [...]
Nossa, gente. Estou muito feliz com tantos comentários. É muito triste estarmos tão vulneráveis. Eu tento voltar a ser eu mesma, tento andar na rua sem a paranoia de estar sendo observada, mas não consigo mais. Roubaram de mim muito mais do que meus bens, roubaram minha paz. Este programa foi meio que uma terapia para mim e espero que ajude na reflexão ou que sirva para o pessoal colocar para fora e compartilhar suas experiencias com a gente.
Acho que o que mais frustra em toda essa situação é a total inércia em que vivemos. É como foi dito, um paradoxo que não leva a solução nenhuma.
Sobre a população andar armada, por mais que todos os que estão armados fossem conscientes, coerentes e tudo mais, vocês acham que a bandidagem não ia fazer nada sobre?
Ia só piorar, pois ao invés de abordar falando, eles iriam chegar matando, pelo medo do assaltado estar armado. Daí recolheriam seus pertences do chão e fim da história.
Enfim, sou meio pessimista quanto a isso e, como a Kell disse, nem gosto muito de pensar no assunto, pois já me irrita.
P.S: Assunto do cast a parte, Eu só acho uma pena que um número limitado de pessoas tenha acesso a um papo como esses. Eu nunca ouvi nada parecido e a equipe do Telha deve ter muito orgulho do trabalho. Abraço e vamo q vamo!
Obrigado Marcelo. Sim, este cast nos deu muito orgulho, o resultado dele foi o melhor que poderíamos ter.
SABE IMPUNIDADE E UMA COISA REVOLTANTE , ME SINTO VUNERAVEL NESSA SOCIEDADE ….. ONDE AS LEIS SÃO FEITAS PARA SEREM QUEBRADAS … SE FALTA TUDO NESSE PAIS E PIOR DAQUI 2 ANOS TEM UM EVENTO MUNDIAL QUE MOSTRARA A VERADADEIRA FACE DE NOSSO PAIS ….. VAI SER FIASCO …. THIAGO … ESSE CAST FOI UM DOS MELHORES QUE JA OUVI … PARABENS
Professores são mau rumonerados…mau preparados.
Esse país precisa investir muito no preparo dos professores.
Pois é, violência urbana é um fio de uma lâmina que vai do extremo ao outro. Não concordo com a visão sobre o Armamento da População. Vou citar algo que pode ser NERD demais, mas é Verdade: “” Essa é a arma do inimigo. Nós não precisamos disso. Nós não usaremos isso.” (Batman – Cavaleiro das Trevas)
Sou faixa Marron em Judô e uma vez quase matei um assaltante durante uma tentativa da assalto contra a minha pessoa. Rápido, desarmei o meliante e joguei-o no chão, num acesso de raiva socava-o e batia a cabeça dele na calçada. Fui parado por um Pipoqueiro e um Policial que apareceu. Olhava para o rosto do sujeito e o via desacordado, mas vivo. Eu, um Pacato cidadão, pacifista e calmo ao extremo me perdi em momento de loucura, imagina um cidadão raivoso com uma arma na mão? Tenho a imagem do rosto desfigurado dele no chão e minha mão com sangue. Esta IMAGEM me segue para o resto da vida. Depois eu vi este mesmo carinha no centro de BH, com o rosto com cicatriz e completamente chapado de algum toxico.
Fico me perguntando se: Como um policial altamente treinado (ou não), com tecnica militar para controle de massa, situações de risco e etc,Como um profissional deste se perde com uma arma na mão e um simples programador, um dentista, um pedreiro, um mero designer gráfico não se perderá com a arma em sua Posse?!
Vivemos com a síndrome de SUPERMAN, achamos que nunca vão acontecer certas coisas conosco, mas este é o nosso erro. O desarmamento não é a solução final, mas é um grande passo. Educação é fundamental,pena que é algo para longo prazo, e nm começamos a melhora-la ainda.
A única coisa pior que a violência dos criminosos em cima das vítimas é a violência da polícia (e do sistema) em cima das vítimas.
É incrível que quando se trata de criminosos a polícia está sempre atrasada e recusando-se a desempenhar o seu papel. Recusando-se a investigar, recusando-se a protegero povo e punir os crimnosos. Tudo isso abertamente.
Mas quando se trata da vítima, a polícia se transforma em lobos famintos a abocanhar a garganta da vítima. A senhora que matou um ladrão que invadiu a casa dela, para não morrer, começa a ser investigada por homicídio culposo. A garota que foi estuprada é vist como uma prostituta e tem que responder perguntas como qual o tamanho de sua saia no dia do estupro. A vítima sequestrada é investigada por forjar o próprio sequestro, pois essa é a primeira teoria da polícia.
O que acontece hoje é uma inversão. Os bandidos são protegidos pelo sistema (com direito a “direitos humanos” e tudo) enquanto as vítimas, além de não poderem contar com a polícia para protegê-las, precisam se defender do próprio sistema, pois elas começam a ser vitimizadas pelo sistema, e não só pelos criminosos.
Deus que nos olhe, pois se depender do sistema, nosso país está perdido. Aliás ele não. O povo. Você e eu.
[...] Marcella no Telhacast 43 sobre Violência Urbana [...]
[...] Telhacast #43 – Violência Urbana [...]